Claro atualiza portfólio de promoções

Inspirada na Black Friday, como promoções como internet em dobro e smartphones com super descontos, a Claro também atualiza seu portfólio, tornando a data ainda mais vantajosa.

A primeira novidade é a mudança no plano Controle. A Claro aumentou a quantidade de internet nas duas primeiras faixas para o cliente usar como quiser, e agora oferece 3GB, 4GB e 5GB. Outra mudança importante é que, a partir de agora, todos os planos passam a contar com ligações ilimitadas para todo o Brasil. Ou seja, o cliente faz ligações para onde e quando quiser, sem se preocupar com sustos no fim do mês ou ter que fazer uma recarga extra para continuar falando.

E as novidades não param por aí.  Os clientes que optarem pelos planos de 4GB e 5GB tem acesso ilimitado aos aplicativos Cabify, Easy e Waze que facilitam a locomoção. Quem contratar a faixa de 5GB também tem acesso ilimitado aos apps de redes sociais do Facebook, Instagram e Twitter. Além disso, todos os planos mantém o WhatsApp ilimitado, inclusive para chamadas de voz e vídeo.

Claro Internet – muito mais internet

A operadora também está turbinando os planos do seu serviço de banda larga móvel com o novo portfólio Claro Internet. A Claro está dobrando ou até triplicando as franquias oferecidas, mas sem mexer nos valores já praticados atualmente. Veja como fica:

 O que era: 10GB por RS79,99 – Como será: 20GB por RS79,99

O que era: 20GB por RS99,99 – Como será: 40GB por RS99,99

O que era: 40GB por RS119,99 – Como será: 120GB por RS119,99

“A Claro está provando que as pessoas podem ter um banda larga móvel de altíssima qualidade em todo o Brasil. Também estamos mostrando que é possível ter esse serviço por um preço justo e acessível, oferecendo pacotes de internet bastante robustos e que atendem a todos os perfis de consumo”, explica Marcio Carvalho, diretor de marketing da Claro.

Outra novidade dos novos pacotes Claro Internet é a utilização após o cliente atingir 100% da franquia contratada. Quem contratar o serviço até 30/11 terá o benefício de continuar navegando após o final da franquia, com redução de velocidade.

Black Week da Claro

Entre os dias 19 e 26 de novembro, a Claro, operadora pioneira na oferta do 4.5G, apresenta sua Black Week com preços agressivos e ofertas de verdade. Durante o período, os clientes poderão adquirir smartphones com até R$3.200,00 de desconto sobre o preço pré pago e planos com o dobro de benefícios.

No Pós-Pago, Controle ou Claro Internet, os clientes que contratarem planos nesse período levam o dobro de internet, válido por 12 meses. Por exemplo, quem compra a franquia mensal de 5GB, no Controle, vai levar 10GB. Já quem contrata 120GB, no Claro Internet, leva 240GB pra navegar onde e como quiser.

Quem é cliente Claro Pós ainda tem uma franquia de internet denominadaExtra Play para assistir vídeos do Claro Video, NOW, Youtube e Netflix(sem custo / outros parceiros e ofertas de vídeo que atendam os requerimentos técnicos da Claro poderão ser incluídos no Extra Play no futuro) e apps ilimitados como Whatsapp, Instagram, Facebook, a plataforma digital Twitter e Waze, entre outros. Então, na Black Week o Claro Pós fica assim: se o cliente optar por um plano de 60GB por exemplo, ele tem mais 60GB de bônus pela Black Week e mais 60GB de Extra Play – totalizando 180GB e o consumidor ainda pode desfrutar de uma experiência superior através da rede 4.5G de verdade da Claro, que permite atingir velocidades até 10 vezes maiores do que o 4G convencional.

Quem optar por aproveitar a data para trocar seu smartphone por um modelo superior e com mais recursos, terá à disposição descontos de até R$ 3200,00. Como é o caso do Samsung S9, que sai por 12x de R$39,99 no Claro Pós 60GB. Já o Galaxy J6 fica por 12x de R$39,99 no Claro Pós 7GB. (assessoria de imprensa).

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FONTE: TeleSíntese
Nossos sinceros agradecimentos aos autores da publicação!

TCU aponta falhas nas políticas públicas de telecomunicações

As políticas públicas na área de telecomunicação implantadas pelo governo padecem dos mesmos problemas que atingem a maioria dos programas da administração pública em geral, como a formulação inadequada com prejuízo ao alcance dos resultados esperados; deficiência na gestão de risco e na articulação entre os diversos setores envolvidos; além de falhas nos processos de monitoramento e avaliação. Esse é o resumo do acórdão aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que analisou a qualidade da implementação e o alcance de metas e objetivos dos programas implantados.

No caso da Lei de Informática, por exemplo, a inexistência de indicadores finalísticos industriais para avaliar o retorno de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) incentivados pela política dificulta o acompanhamento de resultados que poderiam ser utilizados como subsídio para avaliação e revisões da política de informática, diz o órgão de controle. A auditoria apontou também a manutenção do benefício fiscal a empresas inadimplentes em relação ao parcelamento de débitos anteriores, em desconformidade com a norma estabelecida. Essa política pública já passou por extensa reformulação, ainda não avaliada.

Já na “Política Nacional de Banda Larga”, o TCU verificou que as ações desconexas dos diferentes poderes e níveis federativos ocasionou redundância na prestação de serviços digitais em determinadas localidades, com o consequente desperdício de recursos públicos, ao passo que outras áreas deixaram de ser servidas.

O Relatório de Políticas e Programas de Governo (RePP). O documento analisa a qualidade da implementação e o alcance de metas e objetivos dos programas e das ações governamentais. O objetivo é subsidiar as discussões do Projeto de Lei Orçamentária de 2019.

Veja as políticas públicas da área de telecomunicação já auditadas:

 

Monitoramento da Lei de Informática, da relatoria do Ministro-Substituto André Luís de Carvalho, realizada pela Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação (Sefti) Acórdão 729/2018-Plenário
Auditoria no Programa Cidades Digitais (PCD), da relatoria do Ministro Bruno Dantas, realizada pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Hídrica, de Comunicação e de Mineração (SeinfraCOM) – Acórdão 1898/2017-Plenário
Auditoria da Política de Banda Larga em Regiões Remotas, da relatoria da Ministra Ana Arraes, realizada pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Hídrica, de Comunicação e de Mineração (SeinfraCOM) Acórdão 2053/2018-Plenário

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FONTE: TeleSíntese
Por mais esta excelente publicação, agradecemos.

OMC divulga 13 de dezembro decisão final sobre contencioso da Lei de Informática

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Agora a decisão será definitiva e não caberá mais recurso por parte do governo brasileiro, que ganhou uma sobrevida de quase um ano. A Organização Mundial do Comércio (WTO) informou oficialmente que os relatórios dos Órgãos de Apelação do contencioso sobre as  medidas tributárias brasileiras serão divulgados no dia 13 de dezembro deste ano.

A disputa contra a política industrial brasileira de estímulo à fabricação local de produtos de informática e de automóveis (as duas principais políticas industriais atingidas pelo contensioso) foi iniciada em dezembro de 2014, com os questionamentos sobre a legislação brasileira formulados pela Comunidade Europeia e Japão.

A Comunidade Europeia e Japão pediram que fossem examinadas as práticas anticompetitivas provocadas pela adoção da seguinte legislação: Lei de Informática (incentivos do IPI para quem fabrica no país com PPB e para os que fabricam no país com tecnologia nacional); Lei do Bem (desoneração para produtos de informática e telecom e com conteúdo nacional); Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores – PADIS; TV Digital; Recof (Regime Especial para Importação), que permite às empresas importar, com suspensão do pagamento de tributos federais (Imposto de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados), mercadorias a serem submetidas à operação de industrialização de produtos destinados à exportação ou a venda no mercado. A beneficiária do sistema conta com maior agilidade no desembaraço aduaneiro, através da utilização, em 100% dos casos, do canal verde; Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, o Inovar-Auto, que concede às montadoras crédito de recolhimento de IPI com base nos recursos gastos em cada mês com pesquisa e desenvolvimento em áreas como ferramentaria, insumos, capacitação de fornecedores e engenharia industrial básica.

Brasil perde

A primeira decisão da OMC, anunciada em 2017, foi desfavorável ao Brasil, mas o setor mais afetado é o de TIC (tecnologia de Informação e Comunicações), pois nos demais segmentos as políticas de incentivos fiscais tinham expirado. A decisão estabelecia o prazo de 90 dias para o Brasil suspender sete programas de incentivos, dos quais quatro estavam vinculados às TICs: a Lei de Informática, Lei do Bem, Padis (semicondutores) e TV digital.

O Brasil decidiu recorrer parcialmente da decisão, visto que alguns dos programas já tinham expirado, como Inovar Auto, e outros – como a própria Lei de Informática, apesar de existir há 25 anos – de fato se contradizem com as regras da OMC. Assim, o Brasil iria pedir esclarecimentos sobre a extensão de algumas decisões.

O país esperava uma decisão ao seu recurso para até junho deste ano, e o embaixador Marcus Vinicius Ramalho, chefe da Divisão de Contencioso Comercial do Ministério das Relações Exteriores, disse em audiência na Câmara dos Deputados que a “decisão era bastante desfavorável à política industrial brasileira”.

As decisões aos recursos brasileiros acabaram adiadas devido à posição do presidente dos EUA, Donald Trump, contra os fóruns multifacetados e a sua resistência em indicar os representantes estadunidenses para a organização. Mas a comissão de apelação (com três integrantes) finalmente conseguiu se reunir. A expectativa inicial do governo era de que a decisão final seria conhecida no início do primeiro semestre deste ano, e as mudanças nas políticas implementadas no segundo semestre. Agora, tudo fica adiado para o próximo ano.

O Ministério da Ciência Tecnologia, Inovação e Comunicações,  não irá, contudo, abrir mão da política de estímulo à indústria de informática e telecomunicações e várias alternativas de política industrial estavam sendo desenhadas à espera da decisão final da OMC. Essa deverá ser a primeira tarefa do novo titular da pasta, o astronauta Marcos Pontes.

Uma das questões mais sensíveis na Lei de Informática é a redução do IPI, principal instrumento de estímulo.  A OMC não aceita essa política porque ela é discriminatória ao produto importado, prática condenada pela organização internacional. Os importados não conseguem se habilitar na Lei de Informática, que concede incentivo fiscal, sem produção local.

O Brasil entende que a OMC não condena, porém, estímulos diferenciados para o desenvolvimento tecnológico e deverá ser esse o caminho a seguir da futura política industrial.

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FONTE: TeleSíntese
(Meus agradecimentos a este website que proporciona sempre novidades!)