Associações manifestam preocupações na relação com municípios e ocupação de postes

O presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, criticou a situação das regras de compartilhamento dos postes entre concessionárias de energia e prestadoras de telecomunicações. Durante o seminário Conecta Brasil, promovido pela Anatel nesta sexta-feira, 28, ele lembrou que a solução do problema é complexa e reforçou que se a questão não for resolvida, o crescimento da banda larga no Brasil estará comprometido.

Outro problema apontado por Moura diz respeito às disputas judiciais com municípios, que insistem na cobrança de taxas por uso de solo. “Já tivemos duas sentenças transitadas em julgado no STF atestando a inconstitucionalidade desse tipo de cobrança, mas infelizmente as questões não são vinculantes, embora tratem da mesma coisa. E os municípios ainda tentam cobrar”, reiterou.

Na linha do levantamento das dificuldades para os provedores, Edmundo Matarazzo, representante da Associação Brasileira de Internet (Abranet), afirmou que a entidade fez um estudo do perfil dos operadores por número de clientes e identificou que, dos mais de seis mil provedores que têm outorga na Anatel, 1,3 mil não têm nenhum cliente e 1,6 mil empresas até 500 clientes. Na faixa entre 5 mil e 50 mil clientes são 158 prestadoras. “São estas operadoras que podem ser consideradas casos de sucesso, pois estão no mercado há mais de dez anos”, afirmou.

O executivo reforçou que a ocupação dos postes das elétricas precisa ser regulada para evitar que empresas sem outorga de telecom puxem os cabos sem qualquer regra de segurança. “O melhor é que todas as empresas sigam as mesmas regras, e que essas sejam razoáveis para todas.”

Nesta semana, a Anatel e Aneel, lançaram a tomada de subsídio para reformular a regulamentação que rege a negociação entre empresas de energia e operadoras de telecomunicações. As agências receberão as contribuições até o dia 31 de outubro.

 

FONTE: TELETIME NEWS
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MCTIC aposta em decisão do TCU sobre contrato com Telebras na próxima semana

Na próxima semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) deverá tomar uma decisão definitiva sobre o contrato entre o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, (MCTIC) e a Telebras para o programa Internet para Todos. Segundo declarou nesta sexta-feira, 28, o diretor do departamento de Inclusão Digital do ministério, Américo Bernardes, representantes do MCTIC participaram de diversas reuniões com os técnicos do tribunal, para demonstrar que o contrato respeita a legislação. “Conseguimos evoluir nas demonstrações de legalidade do contrato e também reforçamos o elemento central, que é garantir o atendimento a 15 mil pontos que são a escolas, postos de saúde, pontos de fronteira”, destacou.

Bernardes comentou durante o seminário Conecta Brasil 2018, promovido pela Anatel, que o programa Internet Para todos já tem  lista de 40 mil localidades indicadas por municípios para a instalação da banda larga via satélite. “4.024 municípios se inscreveram. Até agora, 3,8 mil já assinaram o termo de adesão e mais de 20 empresas se credenciaram para participar do programa”, revelou.

O contrato está suspenso pelo TCU desde 25 de julho, quando a ministra Anna Arraes deferiu cautelarmente o pedido de liminar do SindiTelebrasil contra o ministério em relação ao contrato com a estatal. Na semana passada, a ministra decidiu liberar o MCTIC para dar sequencia ao programa, mas somente em pontos de fronteira.

FONTE: TELETIME NEWS
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WiFi da Oi para mercado corporativo tem novas funcionalidades

A Oi apresenta a evolução da sua solução de WiFi para o mercado corporativo, o Oi WiFi 3.0, que conta com novo portal de gestão de acesso à rede wireless. Com o lançamento da plataforma, médias e grandes empresas conseguem extrair relatórios que mostram mapas de calor, perfil do usuário, tempo de conexão, os dias e horários de maior acesso, quantidade de novos e recorrentes usuários, entre outras informações.

 Os usuários também passam a contar com login social para se conectar ao wifi através das principais redes sociais, como Facebook, Twitter e Google+, proporcionando às empresas mais informações à respeito dos perfis de seus clientes.

Como novas funcionalidades, o Oi WiFi 3.0 permite filtro ao conteúdo acessado, prevenindo a navegação em sites indesejados, o registro e arquivamento de informações do usuário, resguardando os clientes corporativos de possíveis maus usos por parte de seus clientes em seus estabelecimentos.

Características que garantem às empresas uma atuação em conformidade ao Marco Civil da Internet, possibilitando que os dados sejam utilizados de maneira anônima, em uma base geral, agrupados de acordo com os perfis de interesse para relacionamento, alçando essa solução à uma efetiva ferramenta de marketing. Desta forma, a Oi realiza a gestão da rede e do acesso à internet, e ainda facilita a atenção do cliente à inteligência do negócio.

“Instituições financeiras, empresas do ramo alimentício e de varejo e todas que necessitam de um produto para fornecer conectividade sem fio ao seu público encontram no Oi WiFi 3.0 uma solução completa – link, hardware, software e gestão. Detemos o conhecimento necessário para o atendimento das necessidades dos nossos clientes de forma simples, tornando os espaços físicos destes mais inteligentes e atrativos para seus visitantes facilitando a decisão pela compra”, diz Rodrigo Shimizu, diretor de Marketing Corporativo da Oi. (assessoria de imprensa). 

FONTE: TeleSíntese
Aproveito a oportunidade para renovar meus protestos de respeito e consideração aos autores da publicação original.