Ericsson fecha contratos de virtualização com Nextel e TIM

A Ericsson e a Nextel anunciaram hoje, 17, durante a Futurecom a assinatura de contrato para a expansão da capacidade de processamento de dados 4G da operadora, já preparando-a para a chegada da 5G. A fabricante também informou o fechamento de um contrato com a TIM para a virtualização de seu banco de dados. Segundo Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson na América Latina, hoje a empresa tem contratos de virtualização de diferentes partes da rede com todas as operadoras de telecom.

“A virtualização é uma tendência, que vinha se delineando desde o ano passado e neste ano está tomando impulso”, disse ele. A Ericsson tem cerca de 300 pessoas, entre equipe de pré venda e pós venda, dedicadas a projetos nessa área. Na avaliação de Ricota, a virtualização vem para simplificar, pois em alguns vamos a rede vai ter dez vezes mais sites e mais capacidade. “A virtualização reduz Capex e Opex”, afirmou.

O contrato com a Nextel envolve a implantação no Brasil do Virtual Evolved Packet Core (vEPC). Com a implementação, a Nextel deixa de investir em equipamentos físicos e passa a contar com uma infraestrutura de data center com virtualização e evolução para cloud. A Ericsson iniciou o projeto em setembro deste ano e deve concluí-lo em três meses.

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FONTE: TeleSíntese
Agradecimentos aos autores originais desta publicação! Até a próxima!

Presidente da TIM quer mudar imagem do setor

Sami Fogel, CEO da TIM

Apresentando-se em público pela primeira vez, desde que assumiu a presidência da TIM Brasil há quase 100 dias, Sami Fogel foi direto na ferida do setor de telecomunicações. Segundo ele, as operadoras de telecomunicações têm um índice de encantamento (NPS – ou Net Promoter Score) muito baixo, frente a empresas de outros segmentos. Ele resolveu, então, buscar as razões desse baixo desempenho.

Conforme Fogel, atualmente, as empresas com maior NPS são a fabricante do carro Tesla, com 97 pontos, e a Apple, com 89 pontos. A operadora norte-americana, AT&T, tem apenas 11 pontos. No Brasil,  a média do NPS das operadoras de telecom é de 24 pontos, muito baixo, argumentou. E perguntou: ” Por que uma indústria que é tão vital e proporciona tanta magia, tem tamanha dificuldade de encantar seus clientes?”

Para responder a essa indagação, o executivo resolveu ouvir clientes, analistas, jornalistas e demais stakholders. E, segundo ele, apurou que as empresas precisam “entregar o que vende”e ” resolver os problemas quando aparecem”.

Com base nessa pesquisa, Fogel promete guiar a TIM. Para isso, irá contar com a sua equipe de funcionários, que é, na sua avaliação “o time mais engajado do país” e pretende transformar a TIM na empresa mais amada e também na mais rentável.

NPS

O NPS – Net Promoter Score  é  uma metodologia de pesquisa de satisfação criada em 2003 por Fred Reichheld que, por ser simples e de fácil aplicação, acabou sendo adotada pela maioria das empresas, tornando-se um método universal de avaliação da satisfação dos clientes.

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FONTE: TeleSíntese
Meu agradecimento pelas excelentes publicações!

Teles rechaçam aumento de alíquota do Fust

As operadoras de telecomunicações, por meio do SindiTelebrasil, manifestaram-se formalmente contra a proposta de anteprojeto de lei encaminhada pela Anatel para a reforma do Fundo de Universalização de Telecomunicações (FUST). A proposta da agência foi elaborada no âmbito do Plano Estrutural de Redes (Pert), mas o anteprojeto não foi submetido a consulta. As teles reclamam que a proposta traz um risco de aumento da carga tributária ao propor a mudança da alíquota do Fust para 3% das grandes empresas como forma de reduzir a alíquota de 1% para 0,5% a pequenos operadores, mesmo com uma compensação proporcional do Fistel. Alegam que o resultado da troca não é igual para todas as empresas (cada uma tem uma despesa distinta de Fistel, que não incide sobre faturamento, mas sobre base de clientes).  A medida teria especial impacto negativo para empresas com receita operacional bruta de mais de R$ 500 milhões, que seriam oneradas em milhões de reais, dizem. As empresas sugerem, como alternativa, que seja feita uma transferência direta de recursos do Fistel para o Fust. Dizem ainda que as pequenas operadoras já seriam beneficiadas com uma redução significativa na carga regulatória, pela proposta do Plano Estrutural de Redes, e que muitas delas competem hoje em um regime tributário diferenciado (Simples Nacional), o que também lhes traz grandes vantagens. Confira aqui a carta enviada pelas empresas ao ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

As empresas também estão se queixando da possibilidade de o Fust ser aplicado em projetos de universalização de banda larga na forma de financiamento reembolsável pelo BNDES. Alegam que o fundo de universalização foi criado para ser aplicado em projetos sem retorno financeiro, a fundo perdido, e que transformá-lo em financiamento para as empresas, a juros, é um contrassenso. O ministério já disse que concorda com a proposta da agência em linhas gerais mas que pretende criar um grupo de trabalho para discutir a questão antes de enviar o texto ao Congresso.

FONTE: TELETIME NEWS
Nossos sinceros agradecimentos aos autores da publicação!